Dicas para investir em uma franquia de alimentação

Investir em franquia de alimentação tem como primeiro requisito afinidade com o segmento e a marca.

O setor de alimentação é subdividido em diversos segmentos, entre os quais a culinária de determinado país ou região, sanduíches, pizza, pratos prontos ou por quilo, bares e restaurnates, instalados em quiosques e lojas – seja nas ruas, supermercados ou shoppings. Na hora de escolher a marca e o segmento, o requisito básico é a afinidade com o negócio. “A primeira coisa é gostar e a segunda é enteder. Em um grupo de investidores, é preciso que pelo menos um deles tenha experiência em gestão e administração de contábil, compras e estoques, bem como disposição para organizar esses aspectos”, resalta Golfeto.

O ideal é que o franqueado possa se dedicar integralmente e, no caso de ter mais de uma franquia, contar com profissionais de extrema confiança, tendo o cuidado de controlar e supervisionar seu trabalho.

Avaliar a concorrência no ramo é outro fator determinante. Analisar o mercado, seus concorrentes, vantagens e desvantagens é essencial. A internet ajuda muito nessa tarefa, mas é preciso ir a campo, visitando lojas, entrevistando proprietários e funcionários.

Antes de assinar um contrato de franquia, é fundamental conversar com franqueados que operam na rede, para checar a exatidão das informações transmitidas pelo franqueador. Isso vale, inclusive, para certificar-se no que se refere ao exercício do negócio sob os aspectos formal, de higiene, qualidade e segurança alimentar.

Dicas pra quem quer investir numa franquia de alimentação segundo os franqueados:

-Identificar-se com o segmento, a marca e o produto;

-Gostar e ter habilidade em lidar com pessoas – sejam clientes, fornecedores ou funcionários;

-Analisar diversas marcas sob o ponto de vista de mercado e afinidade;

-Pesquisar histórico, tradição e solidez, junto à ABF e revistas de negócios;

-Visitar unidades, conversando com franqueados e funcionários, para avaliar grau de satisfação;

-Analisar suporte oferecido e benefícios, inclusive em relação ao ponto. Checar esses itens entrevistando franqueados também é essencial;

-Exercer atividades nessa área exige estar em linha com toda a legislação referente a higiene, qualidade e segurança alimentar;

-Ter conciência de que muitas vezes trabalhará nos horários tradicionalmente de lazer das pessoas;

-Buscar conhecimento na área de gestão e dedicar o maior tempo possível à administração / supervisão do negócio;

-Dispor de valores superiores exigidos para o investimento, tendo a conciência do prazo de retorno e de eventual margem de lucro baixa, pricipalmente no início.

via:mercadogastronomico

Aposte nas descrições dos produtos para alavancar suas vendas

Sem uma boa descrição dos produtos, o seu e-commerce tem um grande problema nas mãos: fica estéril e vende menos. Entenda: o seu site precisa vender através dos textos! E um dos principais fatores na conversão de vendas é a descrição do produto – logo depois do checkout.

Apresentar bem seu produto é uma arte. Boas fotos, vídeos, textos. Vale usar todos os recursos disponíveis, de preferência de um jeito único. Afinal, não adianta nada fazer tudo igualzinho aos seus concorrentes. Ser eficiente é o mundo para o e-consumidor, é a principal vantagem. Para fazer isso, três dicas:

1. Escreva para o seu público

Quem é o seu consumidor? Antes de falar de seu produto, pense nele, nos seus interesses. São homens jovens? Mulheres? Mães? Escreva como se estivesse olhando para o rosto destes consumidores. Este é um ótimo jeito de conquistar a sua simpatia e atenção.

2. Conquiste!

A atenção do e-consumidor é volátil. Seja criativo!

3. A história

Se o título ganhou a atenção, é preciso contar a história do produto. A tarefa do bom redator é encontrar o que o público deseja e dirigir o desejo para o consumo. Se você vende serviços, por exemplo, isso é fundamental. Porque entre as diversas TVs de LCD ou LED não dá para variar muito – só fazer ofertas e caprichar na comunicação direta com os inscritos no seu mailing.

via: pagseguro

Dez grandes desafios de um restaurante

O velho ditado que diz, “o diabo está nos detalhes”, é verdadeiro para qualquer indústria, especialmente na área de restaurantação. No esforço de fazer o ambiente do restaurante melhor, fizemos uma lista de problemas com que nos deparamos a todo momento. A atenção a alguns pequenos detalhes pode fazer uma enorme diferença.

1. Abre-te Sésamo

Os restaurantes devem abrir e fechar no horário em que dizem que irão fazê-lo. Já vimos restaurantes abrirem sem estar prontos para isto. Ainda há pessoas sem uniforme arrumando mesas e varrendo o salão. Por outro lado, há outros que fecham antes do horário porque o salão está vazio, deixando clientes de última hora para fora. Defina seus horários e obedeça-os.

2. Sinta Isso

Poucas coisas podem prejudicar uma refeição como alguém da equipe limpando uma mesa a nosso lado. Alguns apertões a mais no spray de limpeza e o líquido vai direto para sua comida. De preferência, deve-se colocar o líquido num pano limpo e depois passar sobre a mesa. Há ainda aquele garçom que abusa do perfume. Estes odores são ofencivos e podem por a perder a qualidade da comida.

3. Gosto, Não Gosto

A equipe de garçons deve saber exatamente como os pratos são preparados e os ingredientes utilizados em cada um deles, incluindo os pratos especiais. A frase “Vou perguntar ao Chef” é lamentável. Da mesma maneira quando os clientes perguntam ” O que é melhor” e o garçom responde “Tudo é bom”, significa que ele não come no restaurante. Então, porque o cliente deveria faze-lo? Os clientes esperam sinceramente por um conselho da equipe que deveria conhecer os pratos e que está experiência seja passada a eles.

4. Balança, e cai

Uma mesa ou cadeira que balançam podem ser seriamente desagradáveis. Ponha a bebida em um copo e experimente não deixar cair. Tente cortar um pedaço de carne e irá parecer que um terremoto se iniciou. Todo gerente tem a obrigação de sentar em cada cadeira e mesa do restaurante e certificar-se que estão em ordem. E sem pedaços de papelão embaixo dos pés dos móveis para contrabalançar o desnível.

5. Quarde Para Você Mesmo

Deixe suas opiniçoes e problemas familiares em casa. Como por exemplo em um restaurante o proprietário segurava uma criança no colo, chorando, ao mesmo tempo em que preparava a conta. E a mãe postada ao lado sem mexer um dedo. Somente pelo fato de ser seus filhos, isto não quer dizer que todos devam achá-los bonitinhos. Em outro lugar, o garçom que dividi seus problemas de saúde e familiares e ainda fala mal do restaurante. Lembre-se que o cliente vai ao restaurante para se alimentar. Não para fazer terapia.

6. Reposição, Onde Está Você?

Algumas pessoas tomam grandes quantidades de chá, café ou água. Quando o restaurante oferece a possibilidade de repor o produto, deve-se estar certo de que está reposição chegará até a mesa continuamente. É obrigação de todos, desde o ajudante, ao garçom e mesmo ao gerente faze-lo. A proximidade da equipe sempre funciona. É desgastante ter que solicitar água a cada momento.

7. WWW, o que?

Todo site de restaurante deve ser atualizado constantemente para refletir o cardápio e os preços praticados. Muitos restaurantes não alteram (corrigem) seus pratos e preços ao longo dos anos. Você chega no restaurante para pedir aquele frango que viu no site, e descobre que não é mais servido. Ou pior, que custa o dobro doque consta do site.

8. Responda!

É deplorável ligar para um restaurante para saber o horário de funcionamento, endereço ou outra informação e ficar esperando por minutos até que alguém te atenda. A comunicação é essencial. Não oferece as informações básicas sobre sua casa quer dizer que os clientes irão escolher um concorrente.

9. Ei, Onde Está a Conta?

Você oferece uma comida primorosa, o serviço é espetacular, e aí, tudo vai por água abaixo. Porque a conta demora tanto a ser fechada? É lógico que não se deve apressar os clientes, mas, ao mesmo tempo, o serviço não está completo até o momento em que o cliente deixa o restaurante. Muitas casas parecem imaginar que, uma vez servido o prato pincipal, sua obrigação acabou. Nada pode estar mais longe da realidade do que isto.

10. Você Está Falando Comigo?

Garçons, auxiliares e gerentes desatentos podem enterrar uma experiência que poderia ser espetacular. Se sua função é servir é melhor faze-lo bem feito. Deixe o sonho de um emprego melhor para outro momento. Uma das melhores coisas das grandes cidades é que a profissão de garçom é levada a sério, e é, atualmente, uma carreira e não uma maneira de fazer algum dinheiro extra para comprar o IPod de seus sonhos. Todo restaurante precisa de uma equipe bem treinada para fazer respeito e graça para seus clientes.

via: cozinhaprofissional
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